sábado, junho 28, 2014

28
jun
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Texto de abertura da edição portuguesa de City (A Cidade no Tempo), de Clifford D. Simak [1955]

Texto de abertura do n.º1 da Colecção Escalas do Futuro,  A Cidade no Tempo , Clifford D. Simak, Publicações Europa-América, 1955. Título original: City. Tradução de M. Pina e A. Margarido, capa de A. Areal. Colecção dirigida por Mário Henrique Leiria e C. Eurico da Costa. Transcrito para efeitos de memória bibliográfica.da ficção científica em geral, de clifford d. Simak e de “a cidade no tempo” em particularSe quiséssemos determinar o aparecimento do que hoje designamos por ficção cientifica,...

sexta-feira, junho 13, 2014

13
jun
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Crítica a «Missão em Sidar», de Stefan Wul, in JLA (1963)

Crítica in Jornal de Letras e Artes, 2 de Outubro de 1963, p. 3. Transcrito para efeitos de memória bibliográfica.  «Missão em Sidar», de Stefan Wul«Missão em Sidar» é um curioso livro para os amadores de ficção científica devido à pena e à imaginação de um dos autores do género mais traduzido em Portugal. Vão-se desbobinando, num crescendo surpreendente, as aventuras de Lorrain no planeta Sidar que Wul efabulou com maestria confirmando o grande prémio do romance de ficção científica de que...

quarta-feira, junho 11, 2014

11
jun
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Entrevista a Alice Sampaio, in JLA (1963)

Entrevista publicada no Jornal de Letras e Artes, 17 de Julho de 1963, pp 1-14. Transcrita para efeitos de memória bibliográfica.Alice Sampaio: Creio no real e busco-lhe o significadoAventura a um tempo científica e metafísica, a intriga de «O Aquário» afirma o dom de fantasia de Alice Sampaio, que, após ter-se revelado com «A Cidade Sem Espaço», atenta observadora do quotidiano, comete agora os domínios da Humanidade futura. Arrojada aventura, que nos transporta a um mundo de robots e super-homens,...

terça-feira, junho 10, 2014

10
jun
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Sulphira & Lucyphur

António de Macedo (1995). Sulphira & Lucyphur. Lisboa: Caminho. Não me consegui libertar da sensação de exotismo orientalista ao longo da leitura desta obra de António de Macedo. É um livro que se assume nominalmente como de ficção científica, mas que por dentro desta casca se revela algo mais exótico. As influências do esotérico e do maravilhoso são mais fortes do que a visão científica da...

domingo, junho 01, 2014

01
jun
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«Villiers de L’Isle-Adam – um precursor» in JLA (1965)

Texto publicado no Jornal de Letras e Artes, 3 de Março de 1965, p. 6. Transcrito para efeitos de memória bibliográfica. Villiers de L’Isle-Adam – um precursor Na colecção «Les plus belles page, Frantz-André Burguet apresenta Villiers de l’Isle-Adam. No seu prefácio, tão insólito como o modelo, não define a arte deste autor. Indica como um amador ideal, empenhado em apreender a sua complexidade, deve abordá-lo, pois, diz, nenhuma explicação (biográfica, histórica, psicológica) «pode esgotar a...
01
jun
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«Novo filão para o cinema: a "Ficção Científica"», in JLA (1965)

Notícia in Jornal de Letras e Artes, 26 de Maio de 1965, p. 12. Transcrita para efeitos de memória bibliográfica.  Novo filão para o cinema: a «Ficção Científica» O retorno ao género «ficção-científica» pode já considerar-se um facto. Depois das primeiras películas com certo empenhamento e indubitável qualidade, realizadas nos Estados Unidos anos 1950-55, este género tinha, por assim dizer, enlanguescido, não conseguindo voltar a encontrar o nível convincente de «Quando os mundos chocam»,...