
Uma das críticas mais frequentes que se faz à fantasia escrita em Portugal é inspirar-se em demasia em modelos estrangeiros. Em Tolkien, para começar, mas também em outros autores que dominam o mercado internacional, e em lendas e vivências que nos são alheias, de origem anglo-saxónica, germânica ou nórdica. E é uma crítica que me parece válida, até porque, embora a fantasia portuguesa anterior...